Programa em vídeo · 5 episódios
Você não está falhando.
O sistema é que está quebrado.
A culpa que você sente domingo à noite não é falta de organização nem de saber administrar o tempo. É a resposta mais racional do mundo a um sistema que exige o impossível.
Cinco episódios em vídeo sobre o dilema da mãe moderna que trabalha, para assistir no seu tempo e parar de se cobrar.
R$ 57,90 (preço promocional)
Preço cheio: R$ 129,90. Pagamento único, acesso para sempre.
Escrito por quem vive isso todo dia · Acesso imediato
Plataforma de curso: Kiwify
Ninguém te avisou que você faria o trabalho de duas pessoas.
- A reunião atrasou e você perdeu a apresentação da escola.
- Você chega exausta do trabalho e começa o segundo turno: o jantar, o banho, a lancheira.
- Ele senta no sofá, você começa a organizar o dia de amanhã, e a raiva sobe em silêncio.
Você aprendeu, sozinha, a se culpar por não dar conta de tudo.
A sociologia tem um nome para isso, e é um nome duro: chamam de "revolução estagnada". Nós entramos no mercado de trabalho, mas o mundo não mudou para nos receber.
Nada disso aconteceu por falta de amor aos seus filhos. Aconteceu porque o dia tem 24 horas, e porque ninguém te deu um manual para viver duas vidas inteiras ao mesmo tempo.
O que fica guardado vira exaustão.
Quem estuda mães que trabalham descreve um padrão: a mulher que tenta ser perfeita no trabalho e perfeita em casa vira uma bomba-relógio de ressentimento. A conta costuma chegar em forma de esgotamento e distanciamento no casamento.
Isso não é sentença. É o que a pesquisa observa quando ninguém nomeia a sobrecarga. E é exatamente por isso que entender a ciência por trás da sua culpa muda o jogo.
De onde nasceu este programa
O aperto no peito
Sou a Nicole. Mãe da Teresa e da Maria Antonia, escritora e orientadora parental. Eu conheço o aperto no peito de fechar a porta de casa para ir trabalhar. Conheço a sensação de estar sempre devendo para alguém.
A caixa de mensagens
Todo dia converso com mães que estão exaustas. E a dor que mais chega não é sobre os filhos. É sobre a culpa. A sensação de não ser boa o suficiente nem no trabalho, nem em casa.
O programa
Este programa nasceu daí: cinco episódios, com a ciência que estudei e a vida que eu vivo. Eu não estou aqui pra te dar dicas de organização. Você já é a gerente geral de tudo. Estou aqui pra te dar permissão para soltar o peso.
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Os cinco episódios
01
O dilema moderno: por que você se sente tão culpada?
A revolução estagnada, a ideologia da maternidade intensiva e os caminhos concretos para começar a se desvincular dessa carga hoje mesmo. Com Arlie Russell Hochschild.
02
A divisão desigual: por que você faz mais?
O trabalho mental invisível, a "falácia naturalista" e o passo a passo difícil (mas libertador) para soltar o controle e deixar ele fazer do jeito dele. Com Darcy Lockman.
03
Seus filhos estão bem: o que a ciência diz
O fim do seu maior medo. Os dados de Harvard que mostram que o trabalho materno não prejudica as crianças, e por que a qualidade da sua presença importa mais que a quantidade. Com Kathleen McGinn.
04
A culpa é individual, mas o problema é estrutural
Por que privatizamos problemas sistêmicos, a história de quem desistiu do topo, e como parar de pedir desculpas por ser humana. Com Anne-Marie Slaughter e Suzy K. Quinn.
05
Soluções práticas: como se sentir bem com tudo isso
O episódio prático: a autocompaixão ativa como escudo, o resgate da mãe "suficientemente boa", e como proteger sua identidade além da maternidade.
Cinco episódios, na ordem que faz sentido. Você assiste no seu ritmo.
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De onde vem o que eu digo aqui
Não é achismo, e também não é aula de faculdade. Cada episódio se apoia em gente que estudou isso a vida inteira.
-
Arlie Russell Hochschild
The Second Shift
O conceito de "segundo turno" e a revolução estagnada. A prova sociológica de que as mulheres trabalham um mês a mais por ano do que os homens, somando o trabalho remunerado e o doméstico.
-
Darcy Lockman
All the Rage
O mito da parceria igualitária e a raiva materna. Ela explica por que a sua frustração com a divisão de tarefas não é histeria, é a resposta mais lógica a um acordo injusto.
-
Kathleen McGinn
Estudo da Harvard Business School
A pesquisa global com mais de 100 mil adultos que mostrou que filhas de mães que trabalham ganham 23% mais, e que não há diferença de felicidade entre eles e filhos de mães que ficam em casa.
-
Suzy K. Quinn
Lies We Tell Mothers
A fundação de mentiras sobre as quais a maternidade moderna foi construída, e por que a exaustão não é falha de gerenciamento de tempo, mas falha de um sistema desumano.
-
Donald Winnicott
A mãe suficientemente boa
A teoria que liberta: a criança que tem uma mãe perfeita não aprende a lidar com a frustração. A saída não é ser perfeita: é ser suficiente, humana e presente.
Some-se a isso as pesquisas de Yulia Hairina sobre culpa materna e saúde mental, traduzidas aqui para a realidade brasileira.
É para você se:
- Você é mãe, trabalha (fora ou em casa) e sente que está sempre devendo.
- Você carrega a carga mental da casa e está cansada de ser a "gerente geral".
- Você já se sentiu culpada por deixar seu filho para ir trabalhar.
- Você quer parar de brigar com o espelho e entender por que a sua rotina é tão pesada.
Não é para você se:
- Você procura terapia. Isto é conteúdo de orientação e não substitui acompanhamento profissional.
- Você quer um planner de organização ou dicas de como acordar às 5 da manhã para dar conta de tudo.
O mundo exige o impossível. Você não precisa exigir também.
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Como funciona
1.
Você compra
Pagamento único de R$ 57,90 no lançamento, no ambiente seguro da Kiwify. Cartão ou Pix.
2.
Seu acesso é liberado
Na hora. A Kiwify manda o e-mail com o caminho de entrada, e as aulas ficam na plataforma dela.
3.
Você assiste quando der
Direto na plataforma, pelo navegador do celular ou do computador. Quantas vezes quiser, para sempre.
Cinco episódios. Para sempre.
— Cinco episódios em vídeo, na plataforma da Kiwify
— Acesso liberado na hora da compra
— Assista quantas vezes quiser, pelo celular ou pelo computador
— Base em Hochschild, Lockman, Harvard e Winnicott
— Trinta dias de garantia
R$ 57,90 (preço promocional)
Preço cheio: R$ 129,90. Pagamento único, sem mensalidade.
Trinta dias. Se você assistir e sentir que não era para você, escreve para a gente e devolvemos o valor inteiro. Sem formulário, sem justificativa. A lei me obriga a sete dias. Trinta é porque um mês é o tempo real de testar uma perspectiva nova de vida.
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Isto é conteúdo de orientação e não substitui acompanhamento profissional.
Perguntas
Os episódios são ao vivo ou gravados?
Gravados, em vídeo. Você recebe os cinco na hora da compra e assiste no seu ritmo.
Preciso saber alguma coisa antes?
Não. Foi escrito para mães reais, não para acadêmicos.
Serve para mãe de criança de qualquer idade?
Sim. O foco não é a idade da criança, é a sua relação com o trabalho, a culpa e o sistema.
Eu trabalho em casa (home office). Serve para mim?
Com certeza. O dilema de trabalhar onde se vive muitas vezes torna a divisão de tarefas e a culpa ainda mais complexas.
Como eu assisto?
Na plataforma da Kiwify, que é onde as aulas ficam. Logo depois da confirmação do pagamento você recebe um e-mail com o caminho de entrada, e a partir daí é só abrir e assistir, pelo celular ou pelo computador. As aulas não são enviadas por e-mail: elas ficam guardadas lá, e você volta quando quiser.
Por quanto tempo tenho acesso?
Para sempre.
Por que R$ 57,90 se o programa é R$ 129,90?
Porque é lançamento, e quem entra agora entra pelo preço de abertura. O valor do programa é R$ 129,90 e é o que ele vai custar depois.
Isso substitui terapia?
Não. É conteúdo de orientação e reflexão, e não substitui avaliação nem acompanhamento de profissional de saúde.
O que aparece na minha fatura?
O nome da plataforma de pagamento, não o nome do programa.
Você está fazendo o trabalho de duas pessoas. E está fazendo maravilhosamente bem.
Não é tarde demais para olhar para si mesma e dizer: "eu sou suficiente". Comece hoje.
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