Matricular e acolher
são coisas diferentes.
Para
escolas
O que a escola encontra aqui
Toda escola quer receber bem uma criança atípica. A vontade nunca foi o problema. O que falta é o como: o que dizer para a mãe que liga com medo de ouvir não, o que combinar antes da criança chegar, o que fazer quando a professora está sozinha na sala e o que escrever para casa no fim de um dia difícil. A Nicole trabalha com escolas em dois formatos, e eles se encaixam em sequência.
A pressa não é retórica. Entre 2021 e 2025, as matrículas de educação especial na educação infantil cresceram 293%, e a rede privada passou de 56,8% para 78,1% de inclusão em classes comuns. No mesmo período, apenas 6,4% dos professores regentes do país tinham formação continuada na área.
Método ACOLHE
Consultoria e mentoria para implantar um jeito de receber que a escola consiga repetir sem improviso. Organiza quatro momentos, começando antes da matrícula: como uma família que ainda está decidindo descobre que vocês sabem receber, o acolhimento inicial, a preparação da entrada da criança e o acompanhamento do dia a dia.
Roda em um trimestre letivo como consultoria de implantação, ou em 12 semanas como mentoria para a coordenação. Começa sempre por um diagnóstico de duas horas.
Conhecer o Método ACOLHE
Palestra para escolas e famílias
Um encontro sobre incluir a criança atípica na rotina real da escola: a sala, o pátio, a festa junina. Sem culpar educadores e sem culpar famílias.
É a porta de entrada mais leve. Muitas escolas conhecem o trabalho por aqui e depois seguem para o método, quando a equipe já está mobilizada.
Ver a palestra" Acolhimento não é favor. É competência institucional. "