Para quem dá as notícias
que mudam uma família.
Hospitais
e saúde
O que a equipe leva
Como é receber um diagnóstico do outro lado da mesa? Nicole Piochi passou seis meses numa UTI neonatal como mãe. A palestra traz essa vivência para equipes de saúde: o que uma frase muda, o que o plantão não vê, e o que a família precisa ouvir para continuar de pé.
O outro lado da mesa
A equipe dá a notícia e segue o plantão. A família fica com a frase para sempre. A Nicole guardou todas: a que derrubou, a que sustentou, a que virou piada interna da família. Não por rancor — o livro dela agradece ao corpo clínico pelo nome.
É por isso que a palestra funciona: ela mostra o peso das palavras sem colocar ninguém no banco dos réus.
" Vocês vão precisar encontrar algo que ela goste de fazer na vida. "
O que a palestra entrega
1.
A notícia
Como o diagnóstico chega do lado de lá: o que uma frase constrói ou derruba numa família.
2.
O dia a dia
A rotina real da família na UTI: o boletim das onze, o corredor, o refeitório das mães, os meses.
3.
A ponte
O que aproxima equipe e família — e transforma seis meses de internação numa relação que a família agradece pelo nome.
Pedir uma proposta
A proposta chega por e-mail, com formato e investimento. O valor é passado sob consulta. Se preferir conversar antes, chame no WhatsApp.
Perguntas frequentes
Quanto custa a palestra?
O investimento é passado sob consulta. Preencha o formulário com data, cidade e número de pessoas, e a proposta chega com o valor.
Por que uma mãe falando para profissionais de saúde?
Porque essa é a credencial que falta na formação: seis meses do outro lado da mesa, numa UTI neonatal. E ela fala disso sem acusar ninguém de jaleco — o livro dela agradece ao corpo clínico pelo nome.
Para quais equipes faz sentido?
UTI neonatal e pediátrica, obstetrícia, enfermagem, residentes e qualquer equipe que dá notícias difíceis a famílias.
O que fica depois da palestra?
Material de apoio e um roteiro de conversa, para a equipe seguir discutindo os casos com esse repertório.